Entre memórias e emoções, Divina Célia Garcia lança “Julho 1972” em Naviraí
Em sua 11ª obra, a escritora transforma lembranças íntimas em literatura sensível e convida o leitor a mergulhar além da superfície das palavras
A literatura ganha mais um capítulo sensível e cheio de memória viva em Divina Célia Garcia. A autora e professora lança sua mais nova obra, “Julho 1972”, um livro que parece mais um baú aberto no meio da sala: daqueles que, ao levantar a tampa, espalham lembranças, cheiros e histórias pelo ambiente.
Este é o 11º livro da escritora, que já construiu uma trajetória marcada pela valorização das experiências humanas e da memória afetiva. Em “Julho 1972”, Divina mergulha em recordações pessoais, trazendo fragmentos de sua vida com delicadeza e autenticidade. Entre os trechos já compartilhados nas redes sociais, especialmente no Instagram, aparecem referências íntimas como “minha casa cor de rosa”, revelando um olhar poético sobre o passado.
A proposta da obra vai além de simplesmente narrar fatos. É quase um convite silencioso ao leitor: olhar para dentro, reconhecer suas próprias raízes e encontrar significado nas pequenas histórias que moldam quem somos. Como a própria autora expressa, trata-se de buscar alguém que vá “além da superfície”, que compreenda a essência por trás das palavras.
📍 Lançamento em Naviraí
O público de Naviraí já tem encontro marcado com a autora. O lançamento oficial acontece no dia 26 de março, às 19h, na Associação Comercial e Empresarial de Naviraí. O evento promete ser mais que uma sessão de autógrafos: um momento de conexão entre escritora, obra e leitores.
Com uma capa artística e expressiva, que mistura traços delicados e cores vibrantes, “Julho 1972” já chama atenção antes mesmo da primeira página. Mas é no conteúdo que reside sua força: um retrato emocional que transforma lembranças em literatura.
Em tempos de pressa e superficialidade, Divina Célia Garcia oferece algo raro: um livro para ser sentido, não apenas lido. 📖✨





COMENTÁRIOS