Inteligência artificial avança como ferramenta de produtividade no Brasil
A inteligência artificial ainda provoca calafrios em muita gente, mas para Natália Simony, CEO da Seja AP, o debate precisa sair do campo do medo e ir para o da estratégia. Ela é direta: não acredita que a IA vá “tirar” o emprego humano. Ao contrário, enxerga a tecnologia como ferramenta de potencialização de resultados — um reforço para profissionais e empresas produzirem mais e melhor.
Na visão da executiva, o capital humano continua sendo o principal ativo das organizações. “Respostas prontas e automáticas” não substituem olhar crítico, interpretação e, sobretudo, conexão entre pessoas. Natália reconhece que funções essencialmente operacionais tendem, sim, a ser substituídas ao longo do tempo. Mas pondera que, no Brasil, esse movimento será mais lento, seja pelo alto custo de implementação, seja pela falta de infraestrutura tecnológica adequada, especialmente no varejo.
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