Regulação da saúde no Brasil é falha para 82% do setor
Uma pesquisa inédita sobre integridade na saúde revela que 82% dos agentes do setor consideram a regulação atual insuficiente ou inadequada, mesmo com recentes avanços, em um cenário marcado por riscos elevados como conflitos de interesse, falta de isonomia regulatória e de regras de contratualização, retenção de faturamento e ausência de regras específicas para o uso de inteligência artificial.
O levantamento integra a terceira fase do estudo “Integridade no Setor da Saúde: Identificação de Riscos”, do Instituto Ética Saúde (IES) em parceria com a Universidade Presbiteriana Mackenzie, que será lançado nesta terça-feira, 31 de março, em São Paulo.
A amostra reúne perfis diversos — incluindo fabricantes, distribuidores, operadoras de planos de saúde, associações setoriais e organizações sem fins lucrativos — permitindo captar diferentes visões sobre os riscos de integridade no setor.
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