Valdemar declara apoio ‘irrestrito’ a Castro: ‘Não só ficará elegível, como será eleito’

O presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, declarou apoio ‘irrestrito’ ao ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e garantiu que ele permanece como o candidato do PL ao Senado, mesmo após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que formou maioria para torná-lo inelegível por 8 anos.
“O Partido Liberal manifesta seu firme e irrestrito apoio ao agora ex-governador Cláudio Castro, reafirmando plena confiança em sua trajetória pública e na correção de seus atos”, escreveu Costa Neto. Ele acrescentou que Castro “não só ficará elegível, como será eleito”. A declaração veio horas depois de o presidente nacional do Progressistas (PP), o senador Ciro Nogueira (PI), convidar Cláudio Castro a se filiar à sigla.
PP disse estar “de portas abertas” para receber Castro. Ciro Nogueira defendeu o aliado e também disse acreditar na reversão da condenação. “Sabemos da sua integridade e acreditamos que a justiça irá prevalecer, trazendo-o de volta ao cenário eleitoral”, declarou.
O Partido Liberal manifesta seu firme e irrestrito apoio ao agora ex-governador Cláudio Castro, reafirmando plena confiança em sua trajetória pública e na correção de seus atos.
Diante da decisão do TSE, o partido atuará com determinação para reverter esse cenário, convicto de…
— Valdemar Costa Neto (@CostaNetoPL) March 25, 2026
Ambas as manifestações ocorreram um dia após o TSE condenar Castro, por 5 votos a 2, por uso irregular de contratos temporários na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) para pagamento de cabos eleitorais. A decisão, proferida na terça-feira, 24, também condenou o deputado estadual e presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União-RJ), e o ex-presidente da Ceperj, Gabriel Rodrigues Lopes.
Castro havia renunciado ao governo do estado na segunda-feira (23) com a declaração de que disputaria uma vaga no Senado. A condenação, no entanto, inviabilizou o plano ao torná-lo inelegível pelos próximos anos.
*Com informações do Estadão Conteúdo





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